Rock Progressivo, Psicodélico, Blues, Rock n' Roll

este é um blog para downloads de albuns de rock psicodélico, progressivo, de blues, de rock n' roll... alguns albuns serão pegoss de outras blogs e comuniddes de orkut,...

5.20.2006

TNT - TNT2 (1988)

Banda gaúcha muita boa, detentora de vários sucessos...

TNT - TNT(1988)

1 - Baby, Eu Vou Morar N'Outro Planeta
2 - Muito Cuidado
3 - Não Sei
4 - A Irmã do Doctor Robert
5 - Gata Maluca 0
6 - Ela Me Deu O Bolo
7 - Alazão
8 - Charles Master
9 - Veja Amor
10 - Dentro Do Meu Carro
11 - Tempo No Inferno

http://rapidshare.de/files/19107880/rockinhoTNT2.rar.html

5.18.2006

videos Mutantes


Vários videos dos Mutantes.
Naum sei se eles ainda tão funcionando pois eu postei eles jah faz um tempo.

Mutantes - Panis et Circenses (ao vivo tv cultura)

http://rapidshare.de/files/11753718/Mutantes_-_Panis_Et_Circenses_TV_Cultura_1969_.mpeg.html (créditos: Rodrigo)


Mutantes - Fuga nº II (ao vivo tv cultura)

http://rapidshare.de/files/11573884/Os_Mutantes_-_Fuga__2__Ao_Vivo_Tv_Cultura_1969_.mpeg.html

Mutantes - Banho de Lua

http://rapidshare.de/files/11694719/Mutantes_-_Banho_de_Lua.mpg.html

Mutantes - Quem te medo de brincar de amor

http://rapidshare.de/files/11711413/mutantes_-_quem_tem_medo_de_brincar_de_amor__1968_.mpg.html

Mutantes e Gilberto Gil - Domingo no Parque

http://rapidshare.de/files/11757470/Mutantes_e_Gilberto_Gil_-_Domingo_no_Parque__Festival_1967_.mpg.html

5.17.2006

O Terço - Live at Palace (1994)

CDzásso ao vivo do Terço...

O Terço - Live at Palace (1994)

01 - Space (01:50) - Luiz de Boni;
02 - 1974 (11:56) - Flávio Venturini;
03 - The Last Journey (05:11) - Luiz de Boni/Sérgio Hinds;
04 - Lost In Time Affaire (08:11) - Luiz de Boni/Sérgio Hinds;
05 - Criaturas Da Noite (04:06) - Flávio Venturini/Luiz Carlos Sá;
06 - The Rhythm Of The Universe (05:02) - Átila Ardanuy/Luiz de Boni/Sérgio Hinds;
07 - Crucis (05:25) - Luiz de Boni/Sérgio Hinds;
08 - Luzes (11:12) - Sérgio Hinds;
09 - Metamorfose Ambulante (03:29) - Raul Seixas;
10 - Hey Amigo (06:26) - César de Mercês;
11 - Suíte (10:23) - Flávio Venturini/Luiz de Boni/Sérgio Hinds.

http://www.megaupload.com/?d=YQUF381N

Créditos: Perpétuo


Em uma noite de outubro (13/10/1994), um momento mágico e inesquecível. Reunidos no mesmo palco, O Terço (Sérgio Hinds: guitarras, voz solo e vocalist; Luiz de Boni: teclados e backing vocals; Andrei Ivanovic: baixo; Franklin Paolilo: bateria), a Orquestra Sinfônica Juvenil do Estado de São Paulo e o maestro Júlio Medaglia concretizam um sonho antigo, que parecia impossível de se realizar.

A união do rock com a linguagem sinfônica produziu o que chamamos de rock progressivo.
Procol Harum, Rick Wakeman e Moody Blues são exemplos desta união.

No Brasil, a música d'O Terço contém todos os elementos necessários para a realização deste concerto.

Dramaticidade, linhas melódicas e rítmicas que mudam constantemente, letras que inspiram diferentes viagens, levando o ouvinte aos mais oníricos cenários.

Contando com arranjos do genial maestro Rogério Duprat, o resultado deste show, gravado ao vivo no Palace, em São Paulo, é a perfeita união de 70 músicos tocando como se fossem uma grande banda de rock.

Você é nosso convidado para participar desta viagem. Aumente o som, aperte o cinto e tenha um ótimo show... (extraído do encarte)

5.16.2006

Pink Floyd - The Piper at the Gates of Dawn(1967)

1º albúm do Pink Floyd.

Pink Floyd - The Piper at the Gates of Dawn(1967)

1. Astronomy Domine
2. Lucifer Sam
3. Matilda Mother
4. Flaming
5. Pow R. Toc H.
6. Take Up Thy Stethoscope And Walk
7. Interstellar Overdrive
8. The Gnome
9. Chapter 24
10. Scarecrow
11. Bike

http://rapidshare.de/files/15948281/PF-PATGOD.ZIP

Músicos:
Syd Barrett - guitarra e voz
Roger Waters - baixo e voz
Richard Wright – órgão e piano
Nick Mason - bateria

The Piper at the Gates of Dawn é o primeiro álbum dos Pink Floyd, e o único feito sob a liderança de Syd Barrett. O álbum tem letras caprichosas sobre espantalhos, gnomos, bicicletas e contos de fadas, juntamente com passagens instrumentais de rock psicodélico. O álbum foi gravado no Abbey Road Studios. O LP foi editado em 5 de Agosto, 1967 e chegou a Nº 6 no top do Reino Unido e a Nº 131 no americano onde See Emily Play substituiu Astronomy Domine, Flaming and Bike no disco de vinil original. O CD editado em 1987, e reeditado com nova mistura digital em 1994.

O título do álbum é baseado no conto infantil O vento nos salgueiros, de Kenneth Grahame, onde o Rato e a Toupeira, enquanto procuram um animal perdido, têm uma experiência religiosa. ("Este é o local do meu sonho, onde eu ouvi a música," segredou o Rato, como se estivesse em transe. "Aqui é o meu local sagrado, se O pudermos encontrar nalgum lado, é aqui"). O flautista (em inglês: piper) é identificado com o deus grego Pan.

5.14.2006

Liverpool - Por Favor Sucesso (1969)

Banda gaúcha das antigas....

Liverpool - Por Favor Sucesso (1969)

1 - Por Favor Sucesso
2 - Que Mania
3 - Cabelos Varridos
4 - 13o. Andar
5 - Blue Haway
6 - Você Gosta
7 - Olhai os Lirios do Campo
8 - Voando
9 - Planador
10 - Água Branca
11 - Impressões Digitais
12 - Paz e Amor
13 - Tão Longe de Mim

http://rapidshare.de/files/14435282/Liverpool-Por_Favor_Sucesso_1969_.zip.html

Créditos: http://brnuggets.blogspot.com/


Um modesto grupo nascido do mais tosco rythm'n'blues à la Rolling Stones, que flertava com o tropicalismo "mutante", mas que tinha mais pinta daquelas bandas psicodélicas californianas, gravou um dos grandes e esquecidos discos dos anos sessenta. Autor do feito: o quinteto gaúcho oriundo do bairro operário do IAPI, na Zona Norte de Porto Alegre, que atende pelo nome de Liverpool - um dos tripés da origem do rock gaúcho, ao lado dos Brasas e dos Cleans.

Misturando influências do rock clássico inglês/americano e da tropicália, Mimi Lessa (guitarra), Fughetti Luz (cantor), Marcos Lessa (guitarra-base), Edinho Espíndola (bateria) e Pekos (baixo) produziram uma obra que aproximou-se da genialidade dos Mutantes. O lp "Por Favor Sucesso" resultou da classificação do grupo na fase regional no II Festival Universitário da Música Popular, em que o grupo defendeu a música que deu nome ao álbum, de autoria de Carlinhos Hartlieb.

Abrindo com a faixa título, o disco reúne um conjunto de ótimas composições, com instrumental acima da média e letras inteligentes e expressivas do cotidiano da juventude da época. Destacam-se no disco as ultra-psicodélicas "Olhai os Lírios do Campo", "Impressões Digitais" e "Voando", todas com um impressionante trabalho de guitarra - com distorção no talo e harmonias rebuscadas. A quase bossa-rock "Planador", a tropicalista "Paz e Amor", o folk-rock "Tão Longe de Mim" e o boogie stoniano "Que Pena" mostram a diversidade das composições assinadas por integrantes do grupo, pelo já citado Hartlieb e, ainda, pela dupla Hermes Aquino e Lais Marques.

Da estirpe de Lanny Gordin e Sérgio Dias, Mimi Lessa é um dos mais importantes e menos valorizados guitarristas do rock nacional - brilhante no disco e mais ainda nos memoráveis e, digamos, coloridos, shows que banda promoveu no Sul e no Rio de Janeiro, para onde foi no início dos anos setenta. Espécie de Kim Fowley dos pampas (pelo apoio as bandas novatas), também o cantor e compositor Fughetti Luz é figura lendária do rock gaúcho, com suas memórias registradas em livro do jornalista Gilmar Eitelvain.

Com o fim do grupo, Mimi, Marcos, Edinho e Fughetti somam-se ao ex-A Bolha, Renato Ladeira, para formar o também lendário Bixo da Seda, que gravou um lp em 1976. Extinto o "Bixo", Mimi, Marcos e Edinho passaram a acompanhar artistas como As Frenéticas e Robertinho de Recife, e desenvolver trabalhos individuais. Fuguetti Luz retornou ao Sul, onde permanece na ativa - depois de compôr, produzir e tocar com bandas como Bandaliera, Guerrilheiros Anti-Nucleares e Barata Oriental.

Passados mais de trinta anos, a música de "Por Favor Sucesso" não soa datada, cobrando com suas elaboradas composições e refino instrumental o reconhecimento que faltou no seu devido tempo. Editado pelo selo Equipe, o álbum perdeu-se na burocracia das fusões e extinções da indústria fonográfica, em parte responsável pelo seu inedetismo em versão digitital. Recentemente, a Warner chegou a estudar a idéia de lançar um "dois em um" com o álbum mais o único lp do Bixo da Seda.

Texto de Fernando Rosa, originalmente publicado na revista ShowBizz.

Som Nosso de Cada Dia - Snegs (1974)

1° disco do Som Nosso, considerado por muitos como o melhor de rock progressivo brasileiro.


Som Nosso de Cada Dia - Snegs (1974)

1 - Sinal da paranóia - (Cimara - Pedrão)
2 - Bicho do mato - (Gastão Lamounier Neto)
3 - O som nosso de cada dia - (Paulinho - Pedrão)
4 - Snegs de Biufrais - (Paulinho - Pedrão)
5 - Massavilha - (Paulinho - Pedrão)
6 - Direccion de Aquarius - (Paulinho - Pedrão)
7 - A outra face - (Pedrão - Pedrinho)

http://rapidshare.de/files/16507435/Som_Nosso_de_Cada_Dia_-_Snegs.ZIP.html

Créditos: Eduardo Maia


Formado nos anos 70 em São Paulo, o grupo adotou o estilo rock progressivo, com elementos de psicodelismo. Com integrantes diversos (Manito, Pedrinho, Marcinha, Egídio, Dino Vicente, Rangel), atuou como trio na maior parte do tempo. Um deles, o virtuoso Manito, fazia parte nos anos 60 da banda Os Incríveis, uma das mais populares da Jovem Guarda.

O primeiro dos dois discos lançados pela banda é o mais famoso. "Snegs", de 1974, é considerado um dos clássicos do rock brasileiro dos anos 70. O Som Nosso de Cada Dia inicialmente Cabala, era formado por: Pedrão (contrabaixo, viola e vocal), Pedrinho (bateria e vocal) e pelo virtuoso Manito (órgão Hammond, Mini Moog, piano, violino, flauta, e sax). Além dos músicos, a banda tinha como letrista o poeta Paulinho Mastrote Machado, que assinava suas colaborações com a banda sob o pseudônimo de "Capitão Fuguete", uma vez que na época trabalhava na Editora Abril, situação essa que impedia sua vinculação com bandas de rock.

A banda pode ser considerada a primeira banda a fazer rock progressivo no Brasil, uma vez que esse novo estilo que começava a dominar o cenário externo ainda era uma novidade por aqui. Como o Brasil vivia sob um forte clima de repressão imposto pelo regime militar, a banda enfrentou sérios problemas com a censura, sofrendo patrulhamento ideológico, sendo freqüente a presença da polícia federal em seus ensaios e shows, uma vez que eram considerados um grupo de postura contestatória e subversiva. A barra começou a pesar cada vez mais. A primeira apresentação da banda aconteceu no show organizado pela TV Bandeirantes, seguindo-se a esse participações no "Kohoutek Festival" em 1973.

No mesmo ano, a banda grava em apenas sete dias o lendário álbum Snegs, considerado por muitos como sendo o melhor disco de rock progressivo já lançado por uma banda brasileira. Tudo isso se deve ao altíssimo nível técnico dos músicos, bem como pelas belíssimas e complexas composições, aliadas às letras ao mesmo tempo poéticas e densas, de conteúdo filosófico, existencialista e contestatório, convidando as pessoas a pensar e se rebelar contra a repressão política e a alienação mental impostas pelo governo e pela mídia. O disco contém verdadeiros hinos, como "Sinal da Paranóia", "Bicho do mato", "Snegs de Biufrais" e "Massavilha", soando de maneira geral como um encontro do Emerson Lake & Palmer com Clube da Esquina. Após o lançamento de Snegs em 1974, a banda é convidada a abrir os shows da primeira grande turnê internacional a passar pelo Brasil: Alice Cooper. Os shows da banda são tão impactantes que era comum ouvir gritos para que a banda voltasse ao palco durante todo o show de Alice Cooper!

Apesar de todas essas coisas boas rolando, no ano seguinte o tecladista Manito resolve sair, indo substituir Arnaldo Batista nos Mutantes, mas acaba permanecendo pouco tempo com eles. A banda prossegue, sendo que, no ano de 1976 lançam o disco Sábado/Domingo, que tem o lado A voltado para black music, e no B sua sonoridade característica, devido a pressões da gravadora. Apesar dessa concessão, podemos ver que a banda mostra uma competência ímpar até mesmo quando é obrigada a tocar um estilo completamente diferente do progressivo que a consagrara. Logo após do lançamento de um compacto com as músicas "Black Rio" e "Identificação", a banda se separa em 1977. Após anos tocando com vários artistas brasileiros de renome, os músicos do SNCD voltam a se reunir em 1994 para uma série de shows comemorativos. Pouco tempo depois vem a falecer o baterista Pedrinho.

Júpiter Maçã - Sétima Efervescência

Bem esse é o primeiro disco dessa do Júpiter..


Júpiter Maçã - Sétima Efervescência (1997)

1 - Um lugar do caralho
2 - As tortas e as cucas
3 - Querida superhist x Mr Frog
4 - Pictures and paintings
5 - Eu e minha ex
6 - Walter Victor
7 - As outras que me querem
8 - Sociedades humanóides fantásticas
9 - O novo namorado
10 - Miss lexotan 6 mg garota
11 - The freaking Alice (hippie under groove)
12 - Essência interior
13 - Canção para dormir
14 - A sétima efervescência intergaláctica

http://rapidshare.de/files/19311172/Jupiter_Ma__.zip.html



O início da trajetóriaFlávio Basso foi baixista d'Os Cascavelletes, lendária banda gaúcha do fim da década de 80 e que contava com a guitarra e os vocais de Frank Jorge, integrante da Graforréia Xilarmônica, e que também possui uma carreira solo.

Na época o grupo já fazia um rock'n'roll de raízes sessentistas com muita energia juvenil e letras desbocadas. Entre os clássicos estavam "Menstruada", "Cachorro Louco", "Homossexual", "Jéssica Rose", "Gato Preto" e "Morte Por Tesão". Chegaram até a emplacar uma canção na trilha sonora da novela "Top Model", mas com uma certa censura: ao invés do nome original "Punhetinha de Verão", a música foi rebatizada como "Nêga Bom Bom".

Por um bom tempo, Flávio não tocou músicas de sua antiga banda, até que mudou de idéia. "Os Cascavellettes foi uma experiência e um período tão marcante para mim, que durante anos recusei-me a tocar ou mesmo escutar essas composições", explica Jupiter. "Hoje, vendo com certa distância essa parte de minha história, constatando inclusive quanta gente bacana foi influenciada, caiu a ficha".

Em 1994, quando adotou o atual nome de trabalho - uma homenagem ao planeta e à gravadora Apple, dos Beatles -, Júpiter Maçã saiu em carreira solo, inicialmente lançando duas fitas demos cultuadas (a música "Orgasmo Legal" virou hit independente nessa época), até chegar ao CD "A sétima efervescência", em 1996. O disco emplacou alguns hits, como "As Tortas e as Cucas" (com videoclipe no extinto programa Lado B da MTV), "Lugar do Caralho" (mais tarde regravada por Wander Wildner), "Miss Lexotan 6mg - Garota!" (regravada pelo Ira!), "O Novo Namorado", "Pictures and Paintings", entre outras. Neste mesmo ano, Júpiter se apresentou pela primeira vez em Curitiba em um antológico show no Circus Bar.

Anos depois, com novas pesquisas e influências, o músico puxa um banquinho e um violão, compõe em inglês, brinca com barulhinhos produzidos em estúdio, muda seu nome para Jupiter Apple e lança o disco "Plastic Soda", pela Trama em 1999. Com o CD, Jupiter recebeu o importante prêmio de melhor compositor de música popular da APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte – e foi elogiado por muita gente influente como Tom Zé, Arnaldo Baptista, Caetano Veloso, Rita Lee, Sean Lennon, Tim Gane (Stereolab) e Dean Warehan (Luna).

Em 2003 lança seu terceiro álbum, "Hisscivilization" de forma independente, mantendo a linha seguida em "Plastic Soda".

Esta previsto o lançamento do quarto cd, Um Tarde na Fruteira, com canções em Português.

Texto retirado de :
http://www.bonde.com.br/canais/canaisd.php?oper=ficha&op=imprimir&id_tipo=1&id_canal=2&materia_id=1523

5.13.2006

Mutantes - Jardim Elétrico (1971)

Esse disco tem músicas impressionantes, muito boas...


Jardim Elétrico (1971)

1 - Top Top - (Mutantes / Arnolpho Lima Filho)
2 - Benvinda - (Arnaldo Baptista / Rita Lee)
3 - Tecnicolor - (Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias)
4 - El Justiceiro - (Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias)
5 - It's Very Nice 'Prá' Xuxu - (Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias)
6 - Portugal de Navio - (Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias)
7 - Virgínia - (Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias)
8 - Jardim Elétrico - (Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias)
9 - Lady, Lady - (Mutantes / Arnolpho Lima Filho)
10 - Saravá - (Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias)
11 - Baby - (Caetano Veloso / Versão: Mutantes)

http://rapidshare.de/files/7222317/Jardim_El_trico.rar.html

Créditos: Pringles

Albert King - Truckload of Lovin' (1989)


Albert King - Truckload of Lovin' (1989)

1. Truckload Of Lovin'
2. Cold Women With Warm Hearts
3. Gonna Make It Somehow
4. Cadillac Assembly Line
5. Nobody Wants A Loser
6. We All Wanna Boogie
7. Very Thought Of You, The
8. I Got The Blues
9. Angel Of Mercy
10. Born Under A Bad Sign
11. I Worked Hard

CD 2 1. Love Shock
2. You Upset Me Baby
3. Chump Change
4. Love Mechanic
5. Call My Job
6. Good Time Charlie
7. Don't Burn Down The Bridge
8. That's What The Blues Is All About
9. Kansas City - (live)
10. As The Years Go Passing By - (live)
11. I'll Play The Blues For You - (live)

http://rapidshare.de/files/19284327/truckloadking.zip

5.11.2006

Casa das Máquinas - Lar de Maravilhas(1975) e Casa das Máquinas - Casa de Rock(1976)

Casa das Máquinas - Lar de Maravilhas (1975)

1-Vou Morar No Ar
2-Lar de Maravilhas
3-Liberdade Espacial
4-Astralização
5-Cilindro Cônico
6-Vale Verde
7-Raios de Lua
8-Epidemia de Rock
9- Sol – Reflexo Ativo

http://rapidshare.de/files/5577132/Lar_De_Maravilhas_1976.rar.html

Músicos:
Luiz Franco Thomaz - bateria e percussão
José Aroldo Binda - violão, guitarra e vocal
Carlos da Silva - baixo e vocal
Mário Testoni Jr. - órgão, teclados e piano
Mário Franco Thomaz - bateria e vocal
Carlos Roberto Piazzoli - guitarra, órgão, baixo e violão

Casa das Máquinas - Casa de Rock(1976)

1-Casa de Rock
2-Jogue Tudo Pra Cabeça
3-Certo Sim, Seu Errado
4-Stress
5-Londres
6-Dr. Medo
7-Mania de Ser
8-Lei De Um Sonho de Um Vagabundo
9-Essa é a Vida
10-Eu Queria Ser

http://rapidshare.de/files/6435563/Casa_de_Rock_1976.zip.html


Grupo brasileiro dos anos 70 formado por alguns ex-intergrantes das bandas The Clevers e Os Incríveis (rock 'n' roll, ambas). O Casa das Máquinas lança um total de três LPs, todos pela Som Livre, sendo que apenas o segundo (formação citada) é progressivo (um dos melhores LPs nacionais do gênero). Os outros oscilam entre o hard ("Casa das Máquinas") e o rock 'n' roll ("Casa de Rock"). (ERP)

Existe um vinil pirata gravado em 1978 em Santos - SP.

5.10.2006

Made in Brazil - Jack o Estripador (1976) e Made in Brazil - Paulicéia Desvairada(1978)

Vou postar dois albuns ótimos do Made...Banda de Blues e Rock n' Roll...

Made in Brazil - Jack o Estripador (1976)

01. Jack o Estripador
02. São Coisas Do Amor (Batatinhas)
03. O Cigano
04. Banheiro
05. Meu Amigo Elvis
06. Tratamento de Choque
07. Vou Te Virar De Ponta Cabeça
08. Não Transo Mais ( Parte 1 )
09. Os Bons Tempos Voltaram
10. Quando A Primavera Chegar
11. O Rock de São Paulo
12. Se Eu Pudesse Voar
13. Não Tanso Mais ( Parte 2 - instrumental)

http://rapidshare.de/files/9354622/Made_in_Brazil_-_1976_-_Jack_o_estripador.rar.html

Músicos:
Oswaldo Vecchione: Baixo, Violão, Vocal, Percussão e Guitarra rítmica
Celso "KIM" Vecchione: Guitarra solo, Pedal wha wha, Fuzz, Slide, vocal e Baixo
Percy: Vocal, Back e Percussão
Ricardo Fenilli: Bateria, Percussão e Back vocal.


Made in Brazil - Paulicéia Desvairada(1978)

01. Gasolina
02. Amanhã é Um Novo Dia
03. Eu Vou Estar Com Você
04. Eu Não Sei Se Mudaria
05. Você Me Machucou
06. Paulicéia Desvairada
07. Uma banda MADE IN BRAZIL
08. Chuva
09. Finge que Tropeça
10. Massacre
11. Não estou Nem Aí ...
12. A Primeira vez que você me deixou

http://rapidshare.de/files/9383232/Made_in_Brazil_-_Pauliceia_desvairada.rar.html

Músicos:
Oswaldo Vecchione - Baixo e Vocal
Naná - Guitarra
Franklin Paolilo - Bateria
Caio Flávio - Vocal Solo
Lúcia do Vale e Juju Nogueira- Backing Vocals


Tudo começou na Meca do Rock paulistano, o bairro da Pompéia, em 1967, quando os irmãos Oswaldo e Celso Vecchione, apaixonados pelo Rock 'n' Roll, se juntaram a alguns amigos para formar um grupo do estilo. De lá até aqui, a banda teve muitas formações e atravessou os mais variados movimentos como o 'pop', 'beat', 'flower power', 'glitter', 'tropicalismo', 'psicodelismo', 'punk', 'hard', 'heavy', entre outros. Também enfrentou os muitos modismos como 'discotheque', 'dance', ´lambada´, 'house', 'techno', etc. E nunca se prostituiu, sempre esteve fiel ao Rock. Em seu repertório sempre constaram músicas influenciadas, ou 'covers', de gente como Animals, Rolling Stones, Chuck Berry, Bill Haley, Muddy Waters, Howlin Wolf e tantos outros Blues rockers. Ali por 1973, o Made passou a fazer shows com repertório totalmente cantado em português, especialmente com composições próprias.

Em 74 foram contratados pela RCA Victor, que os manteve sob contrato até 1980. Nesse período lançaram seus primeiros álbuns, sempre de muita aceitação do público rockeiro, o que acabou por lhes angariar enorme número de seguidores: "Made in Brazil" (74), "Jack. O Estripador" (76), "Paulicéia Desvairada" (78), "Minha Vida é o Rock 'n' Roll" (80) e participação na coletânea de 75, "Implosão do Rock". Em 85, o grupo passou para a RGE, onde lançou mais três álbuns: - "Deus Salva e o Rock Alivia" (85), "Made Pirata- Volumes I e II (86); Em 92, os Vecchione Brothers, Celso e Oswaldo, resolveram resgatar suas origens, calcando suas composições e shows, outra vez, no Rhythm 'n' blues e no Blues tradicional, Lançando de forma independente o álbum "In Blues", totalmente gravado ao vivo no Sesc/Pompéia, em São Paulo, que foi relançado em CD no final de 98. Ainda em 92, sua antiga gravadora, a BMG (ex RCA), lançou então um CD coletânea "Rock" Série Acervo com vários artistas e seus sucessos e lógico o MADE. A dose foi repetida em 94 com o CD "MADE IN BRAZIL da mesma série contendo 14 sucessos, dos quatro primeiros álbuns da década de 70. Em 97, a RGE relançou em CD "MADE - Pirata, juntando em um mesmo CD os dois discos. Até então foram 10 álbuns, participações em antologias e coletâneas, 13 discos no total.

5.09.2006

Jethro Tull - Aqualung (1971)


Esse é uns dos melhores discos do Jethro Tull, na minha opinião.


Jethro Tull - Aqualung (1971)

1. Aqualung
2. Cross-Eyed Mary
3. Cheap Day Return
4. Mother Goose
5. Wond´ Ring Aloud
6. Up To Me
7. My God
8. Hymn 43
9. Slipstream
10. Locomotive Breath
11. Wind Up
12. Lick Your Fingers Clean(bônus)
13. Wind Up(bônus)
14. Excerpts From The Ian Anderson Interview(bônus)
15. Song For Jeffrey(bônus)
16. Fat Man(bônus)
17. Bouree(bônus)

http://rapidshare.de/files/9783868/Jethro_Tull_-_Aqualung.rar.html

Ian Anderson: vocais, violão, flauta
Martin Barre: guitarra
John Evan: piano, órgão, mellotron
Jeffrey Hammond (como "Jeffrey Hammond-Hammond"): baixo, vocais
Clive Bunker: bateria, percussão


É o quarto álbum da banda britânica Jethro Tull. É mais conhecido por sua faixa-título, que fala de um sem-teto bêbado e pedófilo com problemas respiratórios - daí o título aqualung. Embora seja tratado como tal, Ian Anderson sempre negou que este seja um álbum conceitual.

Aqualung chegou à sétima colocação das paradas de álbuns pop da Billboard. O compacto "Hymn 43" ficou em 91# nas paradas de compactos pop da mesma publicação.

O álbum é uma combinação de rock pesado focado em temas como párias sociais e cultos religiosos mesclados a experimentos acústicos sobre a vida mundana do cotidiano. Aqualung é adorado e odiado em iguais proporções, embora a faixa título e "Locomotive Breath" sejam constantes em rádios de rock clássico.

Buddy Guy - Damn Right, I've Got The Blues(2005)



Esse é bluesman que eu adimiro muito.


BUDDY GUY - Damn Right, I've Got The Blues(2005)


1. Damn Right, I've Got The Blues
2. Where Is The Next One Coming From
3. Five Long Years 4. Mustang Sally
5. There Is Something On Your Mind
6. Early In The Morning
7. Too Broke To Spend The Night
8. Black Night
9. Let Me Love You Baby
10. Rememberin' Stevie
11. Doin' What I Like But - (bonus track)
12. Trouble Don't Last - (bonus track)

http://rapidshare.de/files/11717236/BG_DR.rar.html


Créditos: http://360grauss.blogspot.com/


Este disco contou com participações especiais de Keith Richards, Carlos Santana, Tracy Chapman e John Mayer, e está sendo aclamado pela crítica como um de seus melhores lançamentos desde Damn Right, I've Got The Blues em 1991.

5.08.2006

Mutantes - Tudo foi Feito pelo Sol (1974)




Segundo disco progresssivo dos Mutantes(sem contar o A e o Z que foi só lançado anos depois), é consideraado um dos melhores discos dee rock progressivo brasileiros, apesar da pouca repercursão do disco na época.


Mutantes - Tudo foi Feito pelo Sol (1974)


1 - Deixe Entrar um Pouco D’Água no Quintal - (Sérgio Dias / Liminha / Rui Motta)
1 - Pitágoras - (Túlio Mourão)
3 - Desanuviar - (Sérgio Dias / Liminha)
4 - Eu Só Penso em te Ajudar - (Sérgio Dias / Liminha)
5 - Cidadão da Terra - (Sérgio Dias / Liminha)
6 - O Contrário de Nada É Nada - (Sérgio Dias / Túlio Mourão)
7 - Tudo Foi Feito Pelo Sol - (Sérgio Dias)

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Créditos: Pringles

Mutantes - Mutantes (1969)



Esse é o segundo disco da carreira dos Mutantes(agora jah se chamavam Mutantes e não Os Mutantes)

Mutantes - Mutantes(1969)

1 - Dom Quixote - (Sergio Dias - Arnaldo Baptista - Rita Lee)
2 - Não vá se perder por aí - (Roberto Lafayette Loyola - Raphael V. da Silva)
3 - Dia 36 - (Sergio Dias - Johnny Dandurand - Arnaldo Baptista - Rita Lee)
4 - 2001 - (Sergio Dias - Arnaldo Baptista - Tom Zé - Rita Lee)
5 - Algo mais - (Sergio Dias - Arnaldo Baptista - Rita Lee)
6 - Fuga número II - (Sergio Dias - Arnaldo Baptista - Rita Lee)
7 - Banho de lua (Tintarella di luna) - (Filippi - Migliacci)
8 - Rita Lee - (Sergio Dias - Arnaldo Baptista - Rita Lee)
9 - Mágica - (Sergio Dias - Arnaldo Baptista - Rita Lee)
10 - Qualquer bobagem - (Sergio Dias - Arnaldo Baptista - Tom Zé - Rita Lee)
11 - Caminhante noturno - (Sergio Dias - Arnaldo Baptista - Rita Lee)

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Créditos: Pringles


Se no álbum de 1968 várias músicas eram parcerias com Gil ou Caetano – quando não regravações da dupla, como em "Bat Macumba" e "Panis Et Circensis" – em Mutantes o grupo já era uma usina de idéias bem mais madura, com um disco bem mais roqueiro, universal e pop. Mesmo não tendo sido "escolhido" pela ditadura para deixar o país, o trio começava a incomodar a censura de forma bem mais incisiva, com a orquestral "Dom Quixote", que abria o álbum – os versos "Dia há de chegar/ E a vida há de parar/ Para o Sancho descer" e "E os jornais todos a anunciar/ Armadura e espada a rifar" tiveram de ser cobertos com gravações de palmas, em uma verdadeira operação engana-censor. Não ficava só nisso. O disco ainda trazia temas nada comuns à época, como o escapismo adolescente da psicodélica "Fuga Nº II" [uma espécie de "She's Leaving Home", dos Beatles, à moda da casa, que convidava o ouvinte: "Para onde eu vou, venha também"]. Sem falar no tema country "Não vá se perder por aí", um manual de sobrevivência adolescente que inseriu sabedoria jovem no rock nacional dos anos 60.

Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias, acrescidos do baterista Ronaldo Leme [o Dinho, creditado na capa como "Sir Ronaldo I du Rancharia", referência à cidade do interior paulista na qual o músico havia sido criado], usavam o estúdio quase como um instrumento, preenchendo com sons todos os parcos canais disponíveis. Efeitos, cortes de fita e mudanças climáticas rápidas dominavam todo o álbum, fosse na psicodélica "Dois Mil e Um" [que mistura moda de viola, rock e ficção científica], fosse na soturna "Dia 36", com efeitos de baixo [processado por um pedal whoo-whoo, inventado pelo terceiro dos irmãos Dias Baptista, Cláudio César] e a voz de Arnaldo reprocessada no órgão. O que poderia soar ameno e docinho, como a versão de "Banho de Lua", de Celly Campello, tornava-se psicodélico, ruidoso e quase erudito, graças às orquestrações barrocas de Rogério Duprat e aos efeitos de guitarra de Sérgio. Um dos raros momentos mais "fáceis" do disco era justamente o rock dançante "Algo Mais", na verdade um jingle publicitário que a banda fizera para uma campanha da Shell – celebrada pelo bem sacado texto de Nelson Motta na contracapa. O outro? "Rita Lee", rock que misturava os Beatles de "Penny Lane" aos de "Ob-la-di-ob-la-da", com clima de saloon e uma letra teen que Paula Toller daria um braço e uma perna para ter feito.

Mais para o final do disco, o grupo oferecia uma verdadeira experiência lisérgica, com a ciranda roqueira "Mágica". Era aberta com acordes de harpa seguidos por riffs de guitarra e loops de risadas, em climas sonoros que se sucediam e se superpunham como imagens. "Qualquer Bobagem", regravada nos anos 90 pelo Pato Fu, era outro som mais tranqüilo – só que com Arnaldo cantando e gaguejando (!) a irônica letra de Tom Zé, que comparava certas canções com "bobagens". E se Sgt. Pepper's ainda calava fundo no coração do trio, a "A Day In The Life" de Mutantes era bem mais criativa e irônica. A minissuíte "Caminhante Noturno" misturava rock psicodélico, marchas militares [opa!], nostálgicas valsas, efeitos de estúdio e outros detalhes que não seriam igualados nem no rock lá de fora. E, ah, os últimos sons do disco consistiam em uma voz de robô gritando "Perigo! Rota de colisão! É proibido proibir!" e uma platéia berrando "Bicha! Bicha!".

Após Mutantes, o grupo se transformaria cada vez mais em uma banda de rock típica, com a definitiva adesão de Ronaldo e o baixista Liminha. A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado traria no ano seguinte um som bem mais pop, elétrico e pesado, de criatividade ilimitada. Curiosamente, a fase de maior deslumbre com as drogas psicodélicas, iniciada após 1970, daria em um disco mais ou menos [Jardim Elétrico, de 1971, com conteúdo inferior ao trabalho gráfico] e em outro [Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets, de 1972, no qual a banda deixava a criatividade na gaveta e passava a macaquear as novas ondas do rock estrangeiro – como o pop de piano de "Balada do Louco" e o som prog da faixa título]. Faltava ao grupo no País do Baurets a centelha criativa que aquele trio recém saído da adolescência e ainda longe detrips egocêntricas imprimiu aos sulcos de Mutantes. Pena que não tenha rolado um aprendizado na marra.

*texto retirado de http://www.bacana.mus.br/edicao_mat.asp?mat=498&e=37

5.07.2006

Mutantes - Os Mutantes (1968)


Os Mutantes, adoro essa banda, para mim a melhor do Brasil, e agora que eles voltam, bah, que beleza...

vou postar todos os discos deles


Os Mutantes - Os Mutantes(1968)

1 - Panis et circensis - (Caetano Veloso - Gilberto Gil)
2 - A minha menina - (Jorge Ben)
3 - O relógio - (Sergio Dias - Arnaldo Baptista - Rita Lee)
4 - Maria Fulô - (Leonel de Azevedo - José de Sá Roris)
5- Baby - (Caetano Veloso)
6 - Senhor F -(Sergio Dias - Arnaldo Baptista - Rita Lee)
7 - Bat Macumba - (Caetano Veloso - Gilberto Gil)
8 - Le Premier Bonheur du Jour - (Jean Renard - Frank Gerald)
9 - Trem fantasma - (Sergio Dias - Arnaldo Baptista - Caetano Veloso - Rita Lee)
10 - Tempo no tempo (Once was a time I thought) - (J.Philips - Sergio Dias - Rita Lee)
11 - Ave Gengis Khan (Sergio Dias - Arnaldo Baptista - Rita Lee)


http://rapidshare.de/files/7313604/1968_-_Os_Mutantes.rar.htm

créditos: Pringles, que postou no orkut

Bem eu usarei este blog para postar albuns de bandas progressivas,psicodélicas,de blues e de rock n' roll,... espero que gostem